Uma tragédia hedionda com 58 mortos nos Estados Unidos. Mas, e aqui?

Eis a questão do desarmamento no Brasil, que apesar de ter havido um referendo onde as pessoas se manifestaram contra o desarmamento, mesmo assim o cidadão de bem, aquele que paga seus impostos e que não possuem praticamente segurança alguma do estado, não pode possuir uma arma de fogo para se defender. Isso foi imposto pelas “esquerdas” brasileiras, que dominam o País há mais de 20 anos, com seus discursos falhos e alarmistas.

O assunto voltou a baila, depois deste recente e horroroso caso Norte Americano, quando uma maluco chamado Stephen Paddock, abriu fogo de um quarto de hotel na cidade de Las Vegas, estado de Nevada, numa multidão de 22 mil pessoas, que estavam no local para assistir um festival de música country, no pátio do Mandaley Bay, um resort e cassino existente na cidade de Las Vegas.

A matança dessas 58 pessoas e outras 500 feridas, não há justificativa, um ato abominável praticado por alguém que parecia ser um humano normal.

O Estado de Nevada, está localizado num dos territórios áridos dos Estados Unidos, com uma população em torno de 3 milhões de habitantes, e com suas 515 lojas que vendem armamento de todo tipo e espécie, que todo o Norte Americano pode adquirir sem qualquer restrição. Então, sua população literalmente andam armados, e nem por isso praticam tiro ao alvo nas pessoas, como foi o caso deste Paddock, que premeditou matar o maior número possível de vítimas e depois se suicidou.

Fizemos este introito, para entrar no cerne da questão que afligem a todos nós brasileiros. Aqui o cidadão de bem não pode portar uma arma de fogo e muito menos possui-la em sua residência ou mesmo propriedade rural, que se flagrado pela nossas autoridades, responderá por crime de posse de arma de fogo.

Vejamos o que ocorre de fato em todo nosso País e nos Estados Unidos. Aqui temos uma população de 208 milhões de habitantes e, somente ano passado, em 2016, foram registrados 60 mil assassinatos, na maioria das vezes se utilizando armas de fogo dos mais diversos calibres. Nos Estados Unidos, com uma população de 323 milhões, os assassinatos não passaram dos 15 mil.

Então algo está muito errado. Os americanos permitem que sua população se armem e mesmo assim não há tantos assassinatos como acontecem no Brasil. E, quem de fato está com a razão, eles ou nós?

Não creio que “portar arma” seja um sinônimo de segurança pessoal, mas que intimida, isso uma realidade. E, intimida quem? Ora, os bandidos, os mal feitores, que a todo instante invadem os lares brasileiros, cidades, ruas e bairros inteiros, como no caso do Rio de Janeiro, que já se tornou uma verdadeira carnificina incontrolável. Lá as armas de grosso calibre, fuzis de ultima geração, estão nas mãos de verdadeiras quadrilhas organizadas, e com a totalidade de seus moradores a mercê desses marginais, até mesmo as forças de segurança, que não conseguem dominar as mais variadas gangues que se instalaram na “Cidade Maravilhosa”.

Não sabemos se de fato um cidadão ou cidadã, ao adquirir uma arma de fogo, devidamente registrada, poderá salvar sua vida das mãos assassinas dos marginais, mas sem dúvida estes teriam que pensar mais de uma vez, antes de realizar um ataque, como hoje o fazem em todos os centros urbanos e até mesmo nas mais pacatas cidades interioranas.

Ou seja: os bandidos andam armados, matando mais de 60 mil pessoas ao ano, enquanto os trabalhadores, empresários, pais de família e a população ordeira de um modo geral, não podem possuir nem mesmo um canivete para se defenderem da marginalidade, que se apoderaram de todo nosso imenso País.

Plebiscito de 23 de outubro de 2015, que foi vencido por 63%, que votaram a favor do cidadão de bem possuir arma de fogo para sua defesa pessoal, que até hoje não foi colocado em pratica pelos nossos governantes.

Creio que o momento adequado para se discutir o assunto, seja nas eleições gerais marcadas para o dia 5 de outubro de 2018, para que os futuros governantes coloquem em pratica o plebiscito de 23 de outubro de 2005, quando 63% dos eleitores votaram pela comercialização das armas de fogo aos brasileiros, que na verdade nunca foi colocado em prática. A maioria da população votou contra o desarmamento, mas não levou, continuamos nas mãos dos bandidos armados “até os dentes”.

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